Fractal Consultoria conduz encontro de desenvolvimento humano com o CD Hub da Unilever

A Fractal Consultoria reuniu o time do CD Hub da Unilever para uma experiência construída a partir de três elementos centrais: conexão, colaboração e desenvolvimento humano.
Ao longo de um encontro presencial de oito horas, realizado no Japy Golf Resort Hotel, profissionais de diferentes áreas foram convidados a refletir sobre liderança de si, protagonismo coletivo e o papel de cada pessoa na construção de um time mais integrado e preparado para os desafios do dia a dia.
Mais do que transmitir conteúdos, a proposta foi criar um ambiente no qual as pessoas pudessem se encontrar de outra maneira.
Por meio de conversas, atividades e experiências coletivas, o grupo compartilhou histórias, ampliou perspectivas e fortaleceu o senso de pertencimento.
O encontro partiu de uma premissa simples: grandes transformações começam quando a organização cria espaço para ouvir, compreender e construir junto.
Quem é o CD Hub da Unilever?
O CD Hub representa o principal hub logístico e centro de distribuição da Unilever.
Por reunir profissionais com responsabilidades, repertórios e perspectivas distintas, o grupo depende de integração, comunicação e capacidade de cooperação para responder aos desafios de uma operação complexa.
A Unilever é uma empresa global de bens de consumo, presente no Brasil há 95 anos, com marcas que fazem parte do cotidiano de milhões de pessoas. Globalmente, seus produtos chegam a bilhões de consumidores todos os dias.
Por isso, fortalecer os vínculos entre as pessoas não é uma iniciativa paralela à operação. É parte da capacidade do time de colaborar, resolver problemas e gerar resultados de maneira sustentável.
O desafio: transformar aprendizagem em experiência
A demanda apresentada à Fractal Consultoria partiu de uma percepção importante: os processos de aprendizagem do time ainda eram vividos de forma predominantemente analógica.
Treinamentos tradicionais, baseados apenas em transmissão de conteúdo, já não produziam o nível de envolvimento esperado.
O desafio não estava somente em ensinar algo novo.
Também era necessário criar uma experiência que mobilizasse as pessoas, despertasse participação e ajudasse o grupo a transformar reflexão em ação.
Essa necessidade se torna ainda mais relevante em uma organização reconhecida pela força de suas marcas, pela escala de suas operações e pela presença em diferentes mercados. A experiência interna de aprendizagem precisa acompanhar o nível de expectativa criado pelas demais experiências da companhia.
Quando existe uma distância muito grande entre a qualidade percebida no negócio e a forma como as pessoas aprendem internamente, o treinamento corre o risco de ser visto apenas como mais uma obrigação na agenda.
Nesse caso, o conteúdo pode até ser relevante, mas dificilmente provoca transformação.
A aprendizagem como encontro, não como transmissão
Um dos conceitos que orientaram a construção da experiência foi a ideia da praça como metáfora para a aprendizagem.
Uma praça não existe apenas para que alguém fale e os demais escutem. Ela é um espaço de encontro.
Nela, pessoas circulam, observam, conversam, compartilham experiências e constroem sentidos a partir das relações.
Aplicada ao desenvolvimento de equipes, essa metáfora muda a lógica do encontro.
Em vez de colocar o participante em uma posição passiva, a experiência cria condições para que ele contribua, reflita e reconheça a própria responsabilidade na construção do coletivo.
Portanto, o encontro do CD Hub foi desenhado para favorecer:
participação ativa;
troca entre diferentes áreas;
escuta;
construção conjunta;
reconhecimento das experiências individuais;
ampliação da visão sobre o time;
conexão entre desenvolvimento pessoal e desafios organizacionais.
A intenção era criar um ambiente de aprendizagem que as pessoas escolhessem frequentar não apenas porque fazia parte da agenda, mas porque gerava valor real.
Liderança de si como ponto de partida
Antes de exercer influência sobre outras pessoas, cada profissional precisa desenvolver maior consciência sobre a forma como age, se comunica e reage aos desafios.
Por isso, um dos eixos do encontro foi a liderança de si.
Esse conceito está relacionado à capacidade de observar:
como fazemos escolhas;
como assumimos responsabilidades;
como reagimos à pressão;
como lidamos com diferenças;
como nos comunicamos;
como influenciamos o ambiente ao nosso redor.
Liderança de si não depende de cargo formal.
Ela aparece na maneira como cada pessoa se posiciona diante de problemas, relações e decisões.
Além disso, ela amplia a possibilidade de protagonismo porque desloca a atenção daquilo que está fora do controle para aquilo que cada profissional pode efetivamente transformar.
Ao longo do encontro, o grupo foi convidado a reconhecer que a qualidade do coletivo também é construída pelas escolhas individuais.
Do protagonismo individual ao protagonismo coletivo
O protagonismo costuma ser associado à iniciativa pessoal.
Entretanto, em uma equipe, tomar iniciativa não é suficiente.
É necessário compreender como essa ação se conecta às necessidades do grupo e aos objetivos compartilhados.
Por isso, o encontro trabalhou a ideia de protagonismo coletivo.
Nesse contexto, ser protagonista não significa agir sozinho ou assumir todas as responsabilidades.
Significa contribuir ativamente para que o time avance.
Isso pode acontecer quando uma pessoa:
compartilha informações;
oferece apoio;
faz uma pergunta importante;
reconhece uma dificuldade;
aproxima áreas;
propõe uma melhoria;
assume responsabilidade por uma decisão;
cria condições para que outras pessoas também contribuam.
O protagonismo coletivo depende da percepção de interdependência.
Cada profissional possui responsabilidades próprias. Contudo, os resultados do time exigem colaboração entre diferentes funções.
Quando essa conexão se fortalece, as pessoas deixam de olhar apenas para suas entregas individuais e ampliam a compreensão sobre o impacto de suas ações no conjunto.
Facilitação para tornar a aprendizagem visível
A experiência contou com a participação de Fabio Procópio e Tiago Vanini, da Fractal, além de Jessica Oliveira, responsável pela facilitação gráfica.
A facilitação gráfica ajudou a registrar ideias, conexões e aprendizados construídos ao longo do encontro.
Esse recurso possui uma função que vai além da estética.
Ao tornar o pensamento coletivo visível, ele permite que o grupo acompanhe a própria construção, reconheça padrões e retome conceitos importantes.
Além disso, o registro visual ajuda a preservar a memória do encontro.
Em vez de a experiência terminar quando a atividade se encerra, os principais aprendizados permanecem organizados em uma representação que pode apoiar conversas e ações futuras.
Como a evolução pode ser acompanhada
O projeto foi estruturado com indicadores capazes de ajudar a avaliar tanto a experiência imediata quanto seus possíveis desdobramentos.
Entre as evidências previstas estão:
taxa de participação voluntária;
NPS da entrega;
aplicação dos aprendizados no trabalho;
diversidade de participantes.
Cada indicador observa uma dimensão diferente.
A participação voluntária ajuda a compreender se a experiência gerou interesse real.
O NPS registra a percepção sobre a qualidade da entrega.
A aplicação dos aprendizados indica se o encontro produziu efeitos além daquele dia.
Já a diversidade de participantes permite avaliar se diferentes áreas, perfis e perspectivas estiveram presentes na construção.
Mais do que medir satisfação, o objetivo é compreender se a experiência contribuiu para criar um ambiente de aprendizagem mais relevante, estimulante e conectado ao trabalho.
Uma experiência que começa no encontro e continua no cotidiano
O encontro com o CD Hub reforçou que aprendizagem não acontece apenas quando uma pessoa recebe novos conteúdos.
Ela também ocorre quando profissionais encontram espaço para:
escutar;
refletir;
trocar experiências;
reconhecer diferenças;
construir confiança;
perceber seu impacto no coletivo.
Ao reunir diferentes áreas em torno de uma experiência compartilhada, a iniciativa criou condições para que o time ampliasse sua compreensão sobre liderança de si, colaboração e protagonismo.
A Fractal Consultoria segue apoiando organizações na criação de experiências de aprendizagem que conectam desenvolvimento humano, colaboração e desafios reais do negócio.



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